
O professor que acreditava que educar era amar o Brasil
Há cartas que a gente não esquece. Não pelo papel, nem pela caligrafia caprichada de quem aprendeu a escrever num tempo em que letra bonita era sinal de caráter. O que fica é o que carregam dentro. Jorge Fernandes escrevia para a filha Nélida com a mesma seriedade com que






















































