{"id":505,"date":"2025-10-28T14:33:29","date_gmt":"2025-10-28T17:33:29","guid":{"rendered":"https:\/\/tanoarquivo.com.br\/?p=505"},"modified":"2025-10-28T14:33:30","modified_gmt":"2025-10-28T17:33:30","slug":"efeitos-especiais-eram-improvisados-durante-as-pecas-teatrais-em-1948","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tanoarquivo.com.br\/index.php\/2025\/10\/28\/efeitos-especiais-eram-improvisados-durante-as-pecas-teatrais-em-1948\/","title":{"rendered":"Efeitos especiais eram improvisados durante as pe\u00e7as teatrais em 1948"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Relembre a hist\u00f3ria do teatro cordeiropolense e a dedica\u00e7\u00e3o de artistas que transformaram limita\u00e7\u00f5es em criatividade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na d\u00e9cada de 1940, o teatro em Cordeir\u00f3polis come\u00e7ou a ganhar forma, como j\u00e1 relatamos anteriormente aqui no Portal Martello News. Agora, vamos mergulhar mais profundamente na hist\u00f3ria teatral da cidade, especialmente no ano de 1948, quando a paix\u00e3o pela arte superava todas as dificuldades materiais.<\/p>\n\n\n\n<p>Naquela \u00e9poca, grupos teatrais locais n\u00e3o contavam com recursos tecnol\u00f3gicos ou financeiros, mas possu\u00edam algo muito mais valioso: amor pela arte e criatividade sem limites. Sons de coruja, raios, chuva e outros efeitos especiais eram todos criados de forma artesanal, numa demonstra\u00e7\u00e3o de engenhosidade que marcou gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta reportagem, originalmente publicada em fevereiro de 2008 em nossa vers\u00e3o impressa, revisita esses momentos \u00fanicos da hist\u00f3ria cultural de Cordeir\u00f3polis.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As primeiras pe\u00e7as adultas (1948-1949)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na \u00e9poca em que o Cordeiro Clube funcionava onde hoje est\u00e1 localizado o Banco Bradesco, a cidade vivia um momento especial de efervesc\u00eancia cultural. A senhora Josefina Boldrini Beraldo (in memoriam) relembrou, em entrevista de 2008, sua participa\u00e7\u00e3o na pe\u00e7a &#8220;Chuvas de Ver\u00e3o&#8221;, encenada entre 1948 e 1949.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Eu participei do grupo teatral Laurentino Fonseca e acredito que foi uma das primeiras pe\u00e7as adultas. Essa \u00e9poca d\u00e1 muita saudade, a turma era muito animada para fazer teatro, mesmo n\u00e3o tendo muita estrutura. Faz\u00edamos porque gost\u00e1vamos&#8221;, emocionou-se ao recordar aquele per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>D\u00e9cada de 1950: O grupo dram\u00e1tico S\u00e3o Luiz Gonzaga<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os anos 1950 foram marcados pela atua\u00e7\u00e3o da Congrega\u00e7\u00e3o Mariana, que criou o Grupo Dram\u00e1tico S\u00e3o Luiz Gonzaga. Iniciando suas atividades em 1956 na Sede Social Cat\u00f3lica, o grupo manteve-se ativo at\u00e9 1961, quando apresentou sua \u00faltima pe\u00e7a em 18 de novembro, na sede do Cordeiro Clube.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Esta \u00faltima pe\u00e7a teatral tinha somente homens no elenco&#8221;, contou na \u00e9poca, Moacir Ribeiro (in memoriam) , ex-integrante do grupo.<\/p>\n\n\n\n<p>As apresenta\u00e7\u00f5es aconteciam aos domingos, logo ap\u00f3s as missas das 19 horas, e tinham dura\u00e7\u00e3o entre uma hora e meia a duas horas. As m\u00fasicas eram executadas em &#8220;sonatas&#8221; e, durante os intervalos, havia atra\u00e7\u00f5es para entreter o p\u00fablico enquanto o elenco trocava cen\u00e1rios e figurinos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Tinham conjuntos tocando na hora de cada ato e at\u00e9 humoristas que cham\u00e1vamos de c\u00f4micos, animando o p\u00fablico para fazermos a troca do cen\u00e1rio&#8221;, recordou Ribeiro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"183\" src=\"https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Jesus-Rei-dos-Reis-19-03-61-tanoarquivo.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-509\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Jesus Rei dos Reis \u2013 19\/03\/1961 \u2013 Arquivo: Moacir Ribeiro<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>A arte da improvisa\u00e7\u00e3o: efeitos sonoros artesanais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A genialidade dos grupos teatrais de Cordeir\u00f3polis se revelava especialmente na cria\u00e7\u00e3o dos efeitos especiais. Segundo Moacir Ribeiro, cada efeito era cuidadosamente improvisado com os recursos dispon\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Para simular raios, o eletricista Antonio Panaggio (in memoriam) utilizava dois fios desencapados para criar flashes de luz. O som da chuva era produzido por chapas grandes de zinco, balan\u00e7adas por duas pessoas, uma de cada lado. J\u00e1 o trov\u00e3o era criado por Irineu Loureiro e Benedito Duarte, que jogavam bolas de bocha um para o outro, gerando o efeito sonoro desejado.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Eu lembro de uma cena da pe\u00e7a &#8216;Louco da Aldeia&#8217; que o Irineu de Souza Loureiro, o &#8216;compadre Souza&#8217; (in memoriam) subiu em cima do palco e fez o som da coruja. Foi muito legal, pois naquela \u00e9poca improvis\u00e1vamos tudo&#8221;, relatou Ribeiro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"164\" src=\"https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/cego-doparaguai_tanoarquivo.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-507\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O Cego do Paraguai \u2013 18\/11\/1961<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Anos 1970: O grupo teatral Valentino Spolador<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este grupo representou um grande marco na hist\u00f3ria do teatro cordeiropolense. Durante seu auge, conquistou t\u00edtulos importantes em uma competi\u00e7\u00e3o realizada em Rio Claro, onde Silvia Beraldo Mazutti e Jo\u00e3o Ronquizelli foram premiados como melhor atriz e melhor ator, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos anos 1970, as apresenta\u00e7\u00f5es aconteciam no Centro Comunit\u00e1rio. &#8220;Algumas foram no antigo Cine Paulista, onde foi o pr\u00e9dio da Acorac, na rua Sete de Setembro. Inclusive at\u00e9 ajudei&#8221;, contou Maria Costa.<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo sofreu mudan\u00e7as ap\u00f3s o falecimento de Jo\u00e3o Ronquizelli em 1975, mas continuou suas atividades at\u00e9 pr\u00f3ximo aos anos 1980, realizando diversas apresenta\u00e7\u00f5es no Col\u00e9gio Estadual, hoje conhecido como Escola Jamil.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Eu comecei no teatro em 1973 com a montagem &#8216;O Casaco Encantado&#8217; e participei at\u00e9 1979. Foram bons momentos de improviso e muita dedica\u00e7\u00e3o de quem atuava nos teatros&#8221;, declarou na \u00e9poca, Osvaldo Donizete Hubner.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Jos\u00e9 Valdir Vidoretto, a \u00faltima pe\u00e7a que Manoel Loureiro iniciou, mas n\u00e3o concluiu, foi &#8220;O Cal\u00edgola&#8221;, interrompida por seu falecimento em outubro de 1979.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"184\" src=\"https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Comicos-Porunga-e-Pipoca-05-10-59-tanoarquivo.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-508\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">C\u00f4micos na hora do intervalo \u2013 Porunga e Pipoca<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>O renascimento do teatro local<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a morte de Manoel Loureiro, as apresenta\u00e7\u00f5es teatrais cessaram em Cordeir\u00f3polis. A cidade ficou 26 anos sem espet\u00e1culos at\u00e9 que, em 2005, nasceu o grupo Teatral Pingo D&#8217;\u00e1gua, marcando o renascimento da atividade teatral na cidade. O Grupo Pingo D\u2019\u00e1gua tamb\u00e9m encerrou as atividades &nbsp;no ano de 2015, no ano de 2016 fizeram a \u00faltima apresenta\u00e7\u00e3o em Guararema.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Esta reportagem faz parte da s\u00e9rie &#8220;Retratos do Passado&#8221;, que resgata momentos importantes da hist\u00f3ria de Cordeir\u00f3polis.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Veja em nossa p\u00e1gina do Instagram <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/reel\/DQXH-FnEUnS\/?igsh=MWs1bWxzYTk2NXpvMg==\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">clicando aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relembre a hist\u00f3ria do teatro cordeiropolense e a dedica\u00e7\u00e3o de artistas que transformaram limita\u00e7\u00f5es em criatividade Na d\u00e9cada de 1940, o teatro em Cordeir\u00f3polis come\u00e7ou a ganhar forma, como j\u00e1 relatamos anteriormente aqui no Portal Martello News. Agora, vamos mergulhar mais profundamente na hist\u00f3ria teatral da cidade, especialmente no ano de 1948, quando a paix\u00e3o pela arte superava todas as dificuldades materiais. Naquela \u00e9poca, grupos teatrais locais n\u00e3o contavam com recursos tecnol\u00f3gicos ou financeiros, mas possu\u00edam algo muito mais valioso: amor pela arte e criatividade sem limites. Sons de coruja, raios, chuva e outros efeitos especiais eram todos criados de forma artesanal, numa demonstra\u00e7\u00e3o de engenhosidade que marcou gera\u00e7\u00f5es. Esta reportagem, originalmente publicada em fevereiro de 2008 em nossa vers\u00e3o impressa, revisita esses momentos \u00fanicos da hist\u00f3ria cultural de Cordeir\u00f3polis. As primeiras pe\u00e7as adultas (1948-1949) Na \u00e9poca em que o Cordeiro Clube funcionava onde hoje est\u00e1 localizado o Banco Bradesco, a cidade vivia um momento especial de efervesc\u00eancia cultural. A senhora Josefina Boldrini Beraldo (in memoriam) relembrou, em entrevista de 2008, sua participa\u00e7\u00e3o na pe\u00e7a &#8220;Chuvas de Ver\u00e3o&#8221;, encenada entre 1948 e 1949. &#8220;Eu participei do grupo teatral Laurentino Fonseca e acredito que foi uma das primeiras pe\u00e7as adultas. Essa \u00e9poca d\u00e1 muita saudade, a turma era muito animada para fazer teatro, mesmo n\u00e3o tendo muita estrutura. Faz\u00edamos porque gost\u00e1vamos&#8221;, emocionou-se ao recordar aquele per\u00edodo. D\u00e9cada de 1950: O grupo dram\u00e1tico S\u00e3o Luiz Gonzaga Os anos 1950 foram marcados pela atua\u00e7\u00e3o da Congrega\u00e7\u00e3o Mariana, que criou o Grupo Dram\u00e1tico S\u00e3o Luiz Gonzaga. Iniciando suas atividades em 1956 na Sede Social Cat\u00f3lica, o grupo manteve-se ativo at\u00e9 1961, quando apresentou sua \u00faltima pe\u00e7a em 18 de novembro, na sede do Cordeiro Clube. &#8220;Esta \u00faltima pe\u00e7a teatral tinha somente homens no elenco&#8221;, contou na \u00e9poca, Moacir Ribeiro (in memoriam) , ex-integrante do grupo. As apresenta\u00e7\u00f5es aconteciam aos domingos, logo ap\u00f3s as missas das 19 horas, e tinham dura\u00e7\u00e3o entre uma hora e meia a duas horas. As m\u00fasicas eram executadas em &#8220;sonatas&#8221; e, durante os intervalos, havia atra\u00e7\u00f5es para entreter o p\u00fablico enquanto o elenco trocava cen\u00e1rios e figurinos. &#8220;Tinham conjuntos tocando na hora de cada ato e at\u00e9 humoristas que cham\u00e1vamos de c\u00f4micos, animando o p\u00fablico para fazermos a troca do cen\u00e1rio&#8221;, recordou Ribeiro. A arte da improvisa\u00e7\u00e3o: efeitos sonoros artesanais A genialidade dos grupos teatrais de Cordeir\u00f3polis se revelava especialmente na cria\u00e7\u00e3o dos efeitos especiais. Segundo Moacir Ribeiro, cada efeito era cuidadosamente improvisado com os recursos dispon\u00edveis. Para simular raios, o eletricista Antonio Panaggio (in memoriam) utilizava dois fios desencapados para criar flashes de luz. O som da chuva era produzido por chapas grandes de zinco, balan\u00e7adas por duas pessoas, uma de cada lado. J\u00e1 o trov\u00e3o era criado por Irineu Loureiro e Benedito Duarte, que jogavam bolas de bocha um para o outro, gerando o efeito sonoro desejado. &#8220;Eu lembro de uma cena da pe\u00e7a &#8216;Louco da Aldeia&#8217; que o Irineu de Souza Loureiro, o &#8216;compadre Souza&#8217; (in memoriam) subiu em cima do palco e fez o som da coruja. Foi muito legal, pois naquela \u00e9poca improvis\u00e1vamos tudo&#8221;, relatou Ribeiro. Anos 1970: O grupo teatral Valentino Spolador Este grupo representou um grande marco na hist\u00f3ria do teatro cordeiropolense. Durante seu auge, conquistou t\u00edtulos importantes em uma competi\u00e7\u00e3o realizada em Rio Claro, onde Silvia Beraldo Mazutti e Jo\u00e3o Ronquizelli foram premiados como melhor atriz e melhor ator, respectivamente. Nos anos 1970, as apresenta\u00e7\u00f5es aconteciam no Centro Comunit\u00e1rio. &#8220;Algumas foram no antigo Cine Paulista, onde foi o pr\u00e9dio da Acorac, na rua Sete de Setembro. Inclusive at\u00e9 ajudei&#8221;, contou Maria Costa. O grupo sofreu mudan\u00e7as ap\u00f3s o falecimento de Jo\u00e3o Ronquizelli em 1975, mas continuou suas atividades at\u00e9 pr\u00f3ximo aos anos 1980, realizando diversas apresenta\u00e7\u00f5es no Col\u00e9gio Estadual, hoje conhecido como Escola Jamil. &#8220;Eu comecei no teatro em 1973 com a montagem &#8216;O Casaco Encantado&#8217; e participei at\u00e9 1979. Foram bons momentos de improviso e muita dedica\u00e7\u00e3o de quem atuava nos teatros&#8221;, declarou na \u00e9poca, Osvaldo Donizete Hubner. Segundo Jos\u00e9 Valdir Vidoretto, a \u00faltima pe\u00e7a que Manoel Loureiro iniciou, mas n\u00e3o concluiu, foi &#8220;O Cal\u00edgola&#8221;, interrompida por seu falecimento em outubro de 1979. O renascimento do teatro local Ap\u00f3s a morte de Manoel Loureiro, as apresenta\u00e7\u00f5es teatrais cessaram em Cordeir\u00f3polis. A cidade ficou 26 anos sem espet\u00e1culos at\u00e9 que, em 2005, nasceu o grupo Teatral Pingo D&#8217;\u00e1gua, marcando o renascimento da atividade teatral na cidade. O Grupo Pingo D\u2019\u00e1gua tamb\u00e9m encerrou as atividades &nbsp;no ano de 2015, no ano de 2016 fizeram a \u00faltima apresenta\u00e7\u00e3o em Guararema. Esta reportagem faz parte da s\u00e9rie &#8220;Retratos do Passado&#8221;, que resgata momentos importantes da hist\u00f3ria de Cordeir\u00f3polis. 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