{"id":347,"date":"2025-09-18T15:39:35","date_gmt":"2025-09-18T18:39:35","guid":{"rendered":"https:\/\/tanoarquivo.com.br\/?p=347"},"modified":"2025-09-18T15:39:35","modified_gmt":"2025-09-18T18:39:35","slug":"crise-hidrica-dos-anos-60-como-a-lei-417-salvou-cordeiropolis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tanoarquivo.com.br\/index.php\/2025\/09\/18\/crise-hidrica-dos-anos-60-como-a-lei-417-salvou-cordeiropolis\/","title":{"rendered":"Crise h\u00eddrica dos anos 60: como a lei 417 salvou Cordeir\u00f3polis"},"content":{"rendered":"\n<p>Um gertrudense daria uma verdadeira luz para Cordeir\u00f3polis nos anos 60. <strong>Luiz Beraldo<\/strong>, nascido em 10 de maio de 1921 em Santa Gertrudes, foi o prefeito que mudou o rumo da cidade ao enfrentar uma das maiores crises h\u00eddricas da \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p>No dia <strong>16 de junho de 1965<\/strong>, Beraldo sancionava a <strong>Lei Municipal n\u00ba 417<\/strong>. Pouca gente sabe, mas aquele documento marcou a hist\u00f3ria de Cordeir\u00f3polis: foi o passo decisivo para garantir <strong>abastecimento de \u00e1gua tratada<\/strong> \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, algo que at\u00e9 ent\u00e3o era um desafio di\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/inauguracao-represa-barro-preto_cordeiropolis_tanoarquivo-1024x683.png\" alt=\"Em 1958 \u00e9 inaugurada a represa que mudaria o futuro de Cordeir\u00f3polis. Luiz Beraldo e Teleforo Sanches.\" class=\"wp-image-350\" srcset=\"https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/inauguracao-represa-barro-preto_cordeiropolis_tanoarquivo-1024x683.png 1024w, https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/inauguracao-represa-barro-preto_cordeiropolis_tanoarquivo-300x200.png 300w, https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/inauguracao-represa-barro-preto_cordeiropolis_tanoarquivo-768x512.png 768w, https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/inauguracao-represa-barro-preto_cordeiropolis_tanoarquivo.png 1200w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>O plano para n\u00e3o deixar a cidade sem \u00e1gua<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na gest\u00e3o de Luiz Beraldo, a \u00e1gua virou prioridade absoluta. Tr\u00eas vertentes foram pensadas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Po\u00e7os artesianos<\/strong> em diversos pontos da cidade;<\/li>\n\n\n\n<li>Uma <strong>adutora ligando a represa do Cascalho ao centro urbano<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>A constru\u00e7\u00e3o de <strong>tr\u00eas novas represas<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Ele defendia a ideia de aproveitar a <strong>for\u00e7a da gravidade<\/strong> para facilitar o escoamento, explorando a diferen\u00e7a de altitude entre a represa do Cascalho e o centro da cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Em dias de chuva forte, Beraldo costumava observar os alagamentos na estrada do Barro Preto, onde o Ribeir\u00e3o Tatu transbordava. A cada visita, refor\u00e7ava em sua mente: aquele ponto tinha potencial para uma grande represa. E, anos depois, ele transformou a vis\u00e3o em realidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O empr\u00e9stimo que mudou a hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nos anos 60, Cordeir\u00f3polis crescia, mas o abastecimento de \u00e1gua n\u00e3o acompanhava o ritmo. A solu\u00e7\u00e3o foi ousada: contrair um empr\u00e9stimo milion\u00e1rio junto \u00e0 <strong>Caixa Econ\u00f4mica do Estado de S\u00e3o Paulo<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O valor aprovado impressionava: <strong>Cr$ 21.552.064 (vinte e um milh\u00f5es, quinhentos e cinquenta e dois mil e sessenta e quatro cruzeiros)<\/strong>, uma verdadeira fortuna para a \u00e9poca. O objetivo era claro: <strong>captar, distribuir e oferecer \u00e1gua de qualidade<\/strong> para a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"706\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Lei417_represa_cordeiropolis_tanoarquivo-706x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-348\" srcset=\"https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Lei417_represa_cordeiropolis_tanoarquivo-706x1024.jpg 706w, https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Lei417_represa_cordeiropolis_tanoarquivo-207x300.jpg 207w, https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Lei417_represa_cordeiropolis_tanoarquivo-768x1114.jpg 768w, https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Lei417_represa_cordeiropolis_tanoarquivo-1059x1536.jpg 1059w, https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Lei417_represa_cordeiropolis_tanoarquivo.jpg 1210w\" sizes=\"(max-width: 706px) 100vw, 706px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Em 1965, o Brasil vivia com uma infla\u00e7\u00e3o de cerca de <strong>40% ao ano<\/strong>. Isso significava que o valor precisava ser aplicado rapidamente, antes que o dinheiro perdesse for\u00e7a de compra.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>As condi\u00e7\u00f5es do acordo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O contrato do empr\u00e9stimo estabelecia:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Prazo<\/strong> de 10 anos para pagamento;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Juros de 12% ao ano<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li>Garantia dada pelas <strong>taxas de abastecimento de \u00e1gua<\/strong> e at\u00e9 <strong>50% da cota do Imposto de Consumo<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Multa de 10%<\/strong> em caso de inadimpl\u00eancia.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Era uma aposta arriscada, mas necess\u00e1ria. Cordeir\u00f3polis n\u00e3o poderia se desenvolver sem resolver primeiro a quest\u00e3o da \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fiscaliza\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As obras seguiram os <strong>projetos t\u00e9cnicos do Departamento de Obras Sanit\u00e1rias da Secretaria de Servi\u00e7os e Obras P\u00fablicas do Estado de S\u00e3o Paulo<\/strong>, que fiscalizava desde a abertura das valas at\u00e9 a conserva\u00e7\u00e3o das estruturas.<\/p>\n\n\n\n<p>Beraldo&nbsp; ou <strong>\u201cLuizito\u201d<\/strong>, como era chamado carinhosamente pelos moradores, governou Cordeir\u00f3polis de 1965 a 1969.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A represa do Barro Preto e o sonho de uma ilha<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"775\" src=\"https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Inaug.Represa-1-1024x775.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-349\" srcset=\"https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Inaug.Represa-1-1024x775.jpg 1024w, https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Inaug.Represa-1-300x227.jpg 300w, https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Inaug.Represa-1-768x581.jpg 768w, https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Inaug.Represa-1-1536x1162.jpg 1536w, https:\/\/tanoarquivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Inaug.Represa-1-rotated.jpg 1840w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Luiz Beraldo em 1958 durante ianugura\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O desejo de represar o Ribeir\u00e3o Tatu ganhou forma na <strong>Represa do Barro Preto<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Anos mais tarde, um projeto de lei de autoria da ex-vereadora <strong>Mariana Fleury Tamiazo (PL n\u00ba 50\/2021)<\/strong> oficializou o nome da represa como <strong>\u201cLuiz Beraldo\u201d<\/strong>, homenagem a quem idealizou a obra.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando construiu a represa, Beraldo acompanhou de perto as m\u00e1quinas trabalhando: caminh\u00f5es, moto-niveladoras, p\u00e1s-carregadeiras. A poeira levantada anunciava o progresso. Em seus planos, ele chegou a sonhar com uma <strong>ilha artificial no centro da represa<\/strong>, equipada com lazer, pedalinhos e restaurante. Hoje, tomada pela vegeta\u00e7\u00e3o, essa ilha \u00e9 um vest\u00edgio desse sonho.<\/p>\n\n\n\n<p>A represa foi inaugurada em <strong>1968<\/strong> junto com quem seria o seu sucessor, <strong>Teleforo Sanches<\/strong>. E a inaugura\u00e7\u00e3o ficou marcada n\u00e3o por egos pol\u00edticos, mas por uni\u00e3o: os dois celebraram juntos com a popula\u00e7\u00e3o. Luizito mergulhou na \u00e1gua represada ao lado de autoridades e convidados. Uma \u00e1rea de aproximadamente <strong>7 alqueires<\/strong> que nascia para abastecer a cidade e principalmente atender \u00e0s <strong>ind\u00fastrias<\/strong>, que pressionavam por solu\u00e7\u00f5es diante da escassez h\u00eddrica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um divisor de \u00e1guas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A aprova\u00e7\u00e3o da Lei n\u00ba 417 foi o que permitiu a moderniza\u00e7\u00e3o do sistema h\u00eddrico de Cordeir\u00f3polis. A cidade n\u00e3o apenas garantiu qualidade de vida \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m se preparou para crescer com seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi, de fato, um <strong>divisor de \u00e1guas<\/strong> no sentido literal e no hist\u00f3rico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mensagem<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEntre sonhos e concreto, a represa nasceu \u2014 e com ela a certeza de que a \u00e1gua sempre guiou o destino de Cordeir\u00f3polis.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;E aqui entra voc\u00ea!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O <em>T\u00e1 no Arquivo<\/em> resgatou esse documento hist\u00f3rico, mas ainda restam perguntas sem resposta:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Como foram as primeiras obras de encanamento na cidade?<\/li>\n\n\n\n<li>Quais bairros receberam \u00e1gua primeiro?<\/li>\n\n\n\n<li>Como os moradores viveram essa transforma\u00e7\u00e3o?<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea tem <strong>fotos, lembran\u00e7as ou relatos<\/strong>, compartilhe conosco. Sua mem\u00f3ria pode completar esse cap\u00edtulo essencial da hist\u00f3ria de Cordeir\u00f3polis.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um gertrudense daria uma verdadeira luz para Cordeir\u00f3polis nos anos 60. Luiz Beraldo, nascido em 10 de maio de 1921 em Santa Gertrudes, foi o prefeito que mudou o rumo da cidade ao enfrentar uma das maiores crises h\u00eddricas da \u00e9poca. No dia 16 de junho de 1965, Beraldo sancionava a Lei Municipal n\u00ba 417. Pouca gente sabe, mas aquele documento marcou a hist\u00f3ria de Cordeir\u00f3polis: foi o passo decisivo para garantir abastecimento de \u00e1gua tratada \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, algo que at\u00e9 ent\u00e3o era um desafio di\u00e1rio. O plano para n\u00e3o deixar a cidade sem \u00e1gua Na gest\u00e3o de Luiz Beraldo, a \u00e1gua virou prioridade absoluta. 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O objetivo era claro: captar, distribuir e oferecer \u00e1gua de qualidade para a popula\u00e7\u00e3o. Em 1965, o Brasil vivia com uma infla\u00e7\u00e3o de cerca de 40% ao ano. Isso significava que o valor precisava ser aplicado rapidamente, antes que o dinheiro perdesse for\u00e7a de compra. As condi\u00e7\u00f5es do acordo O contrato do empr\u00e9stimo estabelecia: Era uma aposta arriscada, mas necess\u00e1ria. Cordeir\u00f3polis n\u00e3o poderia se desenvolver sem resolver primeiro a quest\u00e3o da \u00e1gua. Fiscaliza\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o As obras seguiram os projetos t\u00e9cnicos do Departamento de Obras Sanit\u00e1rias da Secretaria de Servi\u00e7os e Obras P\u00fablicas do Estado de S\u00e3o Paulo, que fiscalizava desde a abertura das valas at\u00e9 a conserva\u00e7\u00e3o das estruturas. Beraldo&nbsp; ou \u201cLuizito\u201d, como era chamado carinhosamente pelos moradores, governou Cordeir\u00f3polis de 1965 a 1969. 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Luizito mergulhou na \u00e1gua represada ao lado de autoridades e convidados. Uma \u00e1rea de aproximadamente 7 alqueires que nascia para abastecer a cidade e principalmente atender \u00e0s ind\u00fastrias, que pressionavam por solu\u00e7\u00f5es diante da escassez h\u00eddrica. Um divisor de \u00e1guas A aprova\u00e7\u00e3o da Lei n\u00ba 417 foi o que permitiu a moderniza\u00e7\u00e3o do sistema h\u00eddrico de Cordeir\u00f3polis. A cidade n\u00e3o apenas garantiu qualidade de vida \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m se preparou para crescer com seguran\u00e7a. Foi, de fato, um divisor de \u00e1guas no sentido literal e no hist\u00f3rico. Mensagem \u201cEntre sonhos e concreto, a represa nasceu \u2014 e com ela a certeza de que a \u00e1gua sempre guiou o destino de Cordeir\u00f3polis.\u201d &nbsp;E aqui entra voc\u00ea! O T\u00e1 no Arquivo resgatou esse documento hist\u00f3rico, mas ainda restam perguntas sem resposta: Se voc\u00ea tem fotos, lembran\u00e7as ou relatos, compartilhe conosco. 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